Todos os sistemas estão infectados, sem que ninguém queira olhar directamente para as postulas, por nojo, por medo, por que é mais fácil assobiar para o ar, por que alguém os irá curar.
Mas quem?
Como sempre, ninguém.
Até ser tarde demais e tudo o que há a fazer é martirizar e carpidar.
Tão típico nosso.
Como o pastel de nata e a falta de civismo, a açorda e o umbilicalismo infundado, como o fado e a miséria endémica.
Eu combati isto grande parte da minha vida, mas agora é por demais evidente. Eu não nasci no sitio certo.
Sou um homem sem espaço vital
Banda Sonora
Killing an Arab, The Cure
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2 comentários:
Enfia-te numa bolha de actimel...
Loira, se fosse assim tão simples... E sou intolerante à lactose.
Bacci
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